Modernidade Galeria de Arte


A Modernidade Galeria de Arte busca valorizar
e dar espaço aos artistas locais


F undada em novembro de 1990, a Modernidade Galeria de Arte se apresenta como um espaço múltiplo, valorizando e divulgando a produção de novos talentos e promovendo artistas consagrados contemporâneos.
 Atua ativamente no mercado de arte, formando um público apreciador e consumidor de arte através de exposições individuais de pintura e escultura, encontros com artistas, palestras e lançamento de livros.

A história da Modernidade

Em 8 de novembro de 1990 a Modernidade inaugura com a exposição do escultor Chô Dorneles com “Gordinhas”, e do artista Paulo Amaral com “Pinturas Grécia”.

Aniversário de 20 anos

Com um prédio localizado no Bairro Hamburgo Velho em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, especialmente renovado para abrigar exposições de arte (pintura e escultura), acervo e áreas de convivência. A Modernidade é uma galeria acolhedora, que abre o mercado da arte brasileira, encorajando e promovendo a formação de novos públicos e novos produtores de arte.



“Já tive oportunidade de me referir à Ana Hauschild e ao seu trabalho, por ocasião das vezes em que expus na Galeria Modernidade. Aliás, tive a honra de inaugurar o espaço da Modernidade, junto com Chô Dornelles, no início dos anos 90. Fiquei deslumbrado com aquele ambiente logo que o vi pela primeira vez. Trata-se de um dos melhores em nosso Estado. Entretanto, pouco valeria não fosse o trabalho competente da Ana. É relativamente fácil de se construir um belo espaço de exposição, dispondo-se de algumas economias e do apoio de um decorador competente. O difícil é construir um espaço que dure para além de sua essência ou sua função. Difícil é fazer com que uma galeria como a que a Ana criou dure tantos anos num mercado complicado, restrito e conservador como este aqui da Província de São Pedro. Não estou brincando, não. Há razões para isso, e entre elas posso destacar a visão que a Ana tem sobre o seu negócio, a honestidade com que trata as pessoas (clientes e artistas), enfim, as qualidades de quem deseja se estabelecer de forma firme e duradoura.

Paulo Amaral
09/10/2001

Paulo Amaral é artista plástico e membro da Academia Brasileira de Belas Artes, ocupando a Cadeira Livre número 45, patronímica de Emiliano Di Cavalcanti, é também curador de artes visuais, tendo dirigido o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs) em duas gestões e conduzido a curadoria, pelo Estado do Rio Grande do Sul, da Saison Brésil-France (Ano do Brasil na França). Como escritor, é autor de inúmeros textos críticos sobre arte em catálogos e livros, e colaborador de jornais brasileiros. Representa a Galerie d’Art François Mansart, de Paris, para a seleção e curadoria de artistas brasileiros.



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